Sempre passo pelos córregos, desviando das poças imundas para alcançar o céu e o sonho. A vida é mais ou menos isso. Eu vivo sem passado e meu futuro é embaçado, na chuva dentro do carro do lado de alguém que não conheço, mas que eu posso prever até mesmo seus movimentos físicos. Por favor, por favor…fique em silêncio; essa é a única verdade.
Se houver a sinergia, vamos pisar suavemente na poça imunda até nossos sapatos transbordarem e nem vamos perceber o pé gelar. É como por o pé no céu e entrar na nuvem do sonho. Mas por favor, cale a boca. Mas como fazer-te calar se não te deixar viver para saber que a vida se reconstitui em células invisíveis do nosso sentir sem ver ou ouvir.
Dormindo eu sei como se vive, foi quando descobrir que morrer é preciso pra saber amar.
Filed under: Uncategorized | Leave a Comment
No Responses Yet to “”