“Estar apaixonada por você era horrivelmente perfeito. Um pesadelo maquiado; eu sabia que não era um sonho maquiado, um sonho a ser revelado. Mas queria ter certeza. Porque viver e seguir o fluxo é fato. Mas ir contra a correnteza da incerteza era a única coisa que eu conseguia desejar. Mas eu estava ali…” Exitem certas idéias que você cita sem querer, com os pensamentos em alguém ou em algo, e de forma ímpeta um outro que lê usa as mesmas com os pensamentos em quem escreveu. Você não acha?
Eu só acho uma coisa: você tem uma franqueza e coragem admirável. Que gosta, ama sem pudor. Se eu tiver que apontar alguma coisa maravilhosa em você é isso. E é raro; poucos são assim. Eu já levei muitos ‘tombos’ emocionais. Vários. Eu não sei ser como você mais. Teria que aprender. Primeiro, teria que aprender a não ter medo, depois teria que aprender a me jogar. ‘Sempre tive esse meio metro de vida em larga escala de existência’, sabe? E a fragilidade existe e persiste bem mais depois de ter enfrentado vários demônios. Fica a casca rústica. Eu e meu country, eu e meu jazz, meus livros de cabeceira e um imaginário de mulheres fantásticas do cinema. Um pouco fria, dolorosa e retirante como a Greta Garbo e um pouco louca e má como Joan Crawford, mas, sobretudo, boa e iluminada e bem longe Hollywood como Liv Ullmann. Acabou a menina cheia de dedos, das festas, do hype imbecil. Tudo virou contemplação e uma espécie de rotina; e eu meu barquinho no meio do mar no aparente nada que reflete tudo em mim; inclusive você. Que ama, ama..que quer amar e ser amada.
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Voce tras a forca pra minha coragem, a cada tres passos que eu daria, nessa cansavel tentativa eu te encontrar, nao dou nem dois, me prendo nas minhas pernas, fico confusa… E agora, o que eu posso fazer ? Me diga voce, tem chance de ser ?